Faz Escuro
Rodrigo Moreira Campos (Led) - 06/05/2026
No escuro do parque, eu pedalo ao infinito. Nublado pela noite, ignoro o imprevisto. Mergulho neste breu imenso
que aguça os demais sentidos. Fazendo o vento soprar poesia ao pé do meu ouvido Com o coração escurecido, Ignoro a sombria sentença, que condena o espirito ferido, E mergulho na profundidade de minha essência. Vejo um “eu” se revelar, Em constante movimento pendular... Ora mostra a ingenuidade de um menino Ora, a maturidade do homem que traça seu próprio destino.
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quarta-feira, 6 de maio de 2026
Faz Escuro
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